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Doenças Neurodegenerativas: Como a Neurocirurgia Pode Ajudar

Técnicas De Imagem Na Neurocirurgia

As doenças neurodegenerativas são condições caracterizadas pela perda progressiva de neurônios, comprometendo funções motoras, cognitivas e comportamentais.

Embora muitas dessas doenças não tenham cura definitiva, avanços na neurocirurgia funcional têm proporcionado melhora significativa dos sintomas e da qualidade de vida em casos selecionados.

Neste artigo, você vai entender como a neurocirurgia pode contribuir no manejo dessas condições.

O que são doenças neurodegenerativas?

Técnicas De Imagem Na Neurocirurgia
Dr. Sérgio Adrian Fernandes Dantas - Neurocirurgia - Doenças Neurodegenerativas: Como A Neurocirurgia Pode Ajudar

São enfermidades em que ocorre degeneração gradual do sistema nervoso. Entre as mais conhecidas estão:

Essas condições podem afetar movimento, memória, fala, comportamento e autonomia.

O tratamento costuma ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e, em alguns casos, neurocirurgiões.

Quando a neurocirurgia é indicada?

Nem todas as doenças neurodegenerativas têm indicação cirúrgica.

A neurocirurgia funcional é geralmente considerada quando:

  • Os sintomas motores são incapacitantes
  • O tratamento medicamentoso não está mais controlando adequadamente
  • Há efeitos colaterais importantes das medicações
  • O paciente apresenta critérios clínicos específicos

A decisão é sempre individualizada.

Estimulação Cerebral Profunda (DBS)

Um dos principais avanços é a Estimulação Cerebral Profunda (DBS).

Como funciona?

O procedimento consiste na implantação de eletrodos em áreas específicas do cérebro, conectados a um gerador implantado sob a pele.

Esse dispositivo envia impulsos elétricos controlados que modulam a atividade cerebral anormal.

Indicações mais comuns

  • Doença de Parkinson
  • Tremor essencial
  • Distonias

Em pacientes bem selecionados, pode reduzir:

  • Tremores
  • Rigidez
  • Lentidão de movimentos
  • Oscilações motoras

Cirurgia para tremores

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Dr. Sérgio Adrian Fernandes Dantas - Neurocirurgia - Doenças Neurodegenerativas: Como A Neurocirurgia Pode Ajudar

Em alguns casos específicos, podem ser realizadas:

  • Lesões térmicas controladas (ablação)
  • Procedimentos guiados por imagem

Essas técnicas visam interromper circuitos cerebrais responsáveis pelos tremores incapacitantes.

Neurocirurgia na epilepsia associada

Algumas doenças neurodegenerativas podem cursar com crises epilépticas.

A cirurgia para epilepsia pode ser considerada quando:

  • As crises não respondem a medicamentos
  • Existe foco bem definido

O objetivo é reduzir ou eliminar as crises.

Limitações da neurocirurgia

É importante destacar:

  • A cirurgia não cura a doença neurodegenerativa
  • Atua principalmente no controle de sintomas
  • Nem todos os pacientes são candidatos
  • Avaliação rigorosa é indispensável

Exames como ressonância magnética, testes neuropsicológicos e avaliação clínica detalhada fazem parte do processo.

Benefícios potenciais

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Dr. Sérgio Adrian Fernandes Dantas - Neurocirurgia - Doenças Neurodegenerativas: Como A Neurocirurgia Pode Ajudar

Quando bem indicada, a neurocirurgia pode proporcionar:

  • Melhora da qualidade de vida
  • Redução da dependência medicamentosa
  • Maior autonomia
  • Melhora funcional

Em muitos casos, o impacto positivo é significativo na rotina do paciente.

Riscos e cuidados

Como qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos, como:

  • Infecção
  • Sangramento
  • Complicações relacionadas ao dispositivo

Por isso, a decisão deve ser compartilhada entre equipe médica, paciente e familiares.

Conclusão

As doenças neurodegenerativas são progressivas e desafiadoras, mas a neurocirurgia funcional, especialmente a Estimulação Cerebral Profunda, tem ampliado as possibilidades terapêuticas.

Embora não represente cura, pode oferecer controle sintomático importante e melhorar significativamente a qualidade de vida.

A avaliação individualizada é fundamental para determinar se há indicação cirúrgica.

Se houver piora dos sintomas ou dificuldade no controle medicamentoso, conversar com o neurologista é o primeiro passo para avaliar alternativas.


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